Importa o orçamento inteiro, 602 linhas em menos de um segundo, forma o preço no padrão que o TCM aceita, mostra até onde o lance desce sem virar prejuízo e acompanha o lucro real até a última medição. Obra pública ou privada, do projeto ao recebimento, num arquivo só, que roda no seu computador.
Preço formado no escuro, lance dado sem saber o piso, e o lucro que só aparece no fim, quando não dá mais para corrigir. O BALIZA ataca isso antes da primeira concretagem.
Preço fora da referência oficial e BDI mal formado desclassificam a proposta ou comem a margem inteira.
Baixou o preço no calor do pregão sem saber até onde dava. Ganhou a obra e perdeu dinheiro nela.
Confundiu faturado com lucro. Só descobriu que a obra não fechava quando o caixa já tinha secado.
Este não é um exemplo inventado. É um PDF de orçamento publicado por um órgão público, que está na tabela mais abaixo. A leitura crua das 597 linhas dele somava R$ 2.857.608,76, enquanto o próprio documento imprimia um total de R$ 3.525.645,13. Uma distância de R$ 668 mil entre o que as linhas diziam e o que o total dizia.
O BALIZA se recusou a importar e escreveu o motivo na tela, em vez de entregar um orçamento torto com cara de pronto. Um sistema que importa errado e fica quieto não avisa ninguém: quem assina embaixo é você, e a conta aparece no fim da obra.
Preferimos perder a venda agora a ter um cliente que pede reembolso no sétimo dia. Se você está na coluna da direita, feche esta página com a consciência limpa.
Se três destas frases forem a sua rotina, o sistema se paga na primeira obra.
Nestes casos o BALIZA não resolve o seu problema, e nós preferimos dizer isso agora.
Quatro fases, as 42 telas do sistema organizadas no caminho que a obra percorre.
Sobe a planta em imagem ou PDF, o sistema mede, gera os quantitativos e já lança os itens com preço oficial. O orçamento sai da planta, sem redigitar.
Item a item e resumido por etapa, custo direto vezes BDI onerado ou desonerado pela fórmula do TCU.
Preço unitário oficial e vigente do SINAPI e do GOINFRA, na hierarquia do TCM.
A partir da planta comum o sistema traça o rascunho dos ambientes em 3D para você conferir, sem exigir modelo BIM pronto do projetista.
Já tem o modelo IFC do projeto? O Importador IFC do Baliza abre o arquivo BIM direto no navegador, lê os elementos, extrai o quantitativo e transforma em orçamento, sem instalar programa nenhum.
🔧 Abrir o Importador IFCMemorial descritivo e caderno de especificações gerados a partir do orçamento.
Solta o pacote do edital, o sistema lê o orçamento e diz até onde dá para descer sem prejuízo.
A obra na linha do tempo, colorida por equipe, com o caminho crítico visível.
Planeja por equipe, remove a restrição antes do serviço travar e mede o cumprimento.
Os fornecedores na mesma tabela, item a item, com o mais barato marcado.
Do pedido à compra, com o painel consolidado por categoria e status.
Clima, efetivo, serviços e ocorrências do dia. A prova legal do que aconteceu no canteiro.
Boletim por item, com campo de assinatura do fiscal. É a base do faturamento.
Ficha de verificação por serviço, com registro de aprovação.
Registro visual e imagens aéreas como prova do avanço da obra.
Receita, custo, imposto, imprevisto e a margem real da obra. Você vê se ela está dando lucro de verdade.
Contas a pagar e a receber, com o saldo real na tela.
Todas as obras da empresa num lugar só, para a decisão do dono.
Gerencial, medição, orçamento e fotográfico, com a sua logomarca, num clique.
Da planta ao preço, para qualquer obra: edificação, pavimentação ou infraestrutura. Não é planilha genérica, é orçamento de obra pública feito na linguagem do controle.
Sobe a planta, o sistema mede e gera os quantitativos (piso, forro, parede, pintura, esquadrias) e já lança os itens com preço oficial. Sem redigitar.
A visão item a item para o processo, e a resumida por etapa (EAP) para a decisão, com o peso de cada grupo no custo total.
BDI pela fórmula do TCU (Acórdão 2622/2013), com o selo de encargos onerados ou desonerados escolhido por você.
Preço unitário oficial na hierarquia que o TCM exige, com análise de sobrepreço e subpreço item a item.
Conservador, alvo e máximo pelos quartis do Acórdão 2622/2013, para você escolher a margem com critério.
Planilha com aba de memória de cálculo e total por fórmula viva. É o arquivo que se anexa ao processo.
A sua planta vira volume 3D e o orçamento pinta cada ambiente pelo custo dele. É assim que você corta escopo com critério, defende preço na reunião e mostra ao cliente onde o dinheiro está. Sem exigir modelo BIM pronto do projetista.
Isto é uma demonstração com números de exemplo (três cômodos de 16 m², custo com BDI de 26,08% pela fórmula do TCU). No sistema, o desenho nasce da sua planta e o custo vem do seu orçamento: o clique no cômodo responde com o quantitativo e o valor dele, e o total fecha com o Orçamento Sintético. A tela real, campo por campo, está no manual público.
Sem "e muito mais". Esta é a lista inteira do que você compra, na ordem em que a obra acontece. Cada uma delas está explicada campo por campo e botão por botão no manual completo, que é público e você pode ler antes de assinar.
Uma ferramenta de orçamento, um sistema de gestão de obra e um serviço de licitação são três assinaturas separadas no mercado. O BALIZA entrega as três no mesmo produto, offline, com a sua marca nos documentos, por uma licença de 12 meses que começa em 12x de R$ 247,50, sem juros.
Não adianta prometer precisão. Estes são orçamentos públicos reais, de órgãos de cinco estados, importados pelo BALIZA e conferidos contra o total que está impresso em cada documento.
Você vai ver muita propaganda dizendo "economize 80% do seu tempo". Nós não medimos isso, então não escrevemos. O que medimos foi o nosso lado: a planilha de Morada Nova de Minas tem 602 linhas de serviço, e o BALIZA levou menos de um segundo para ler todas, aplicar o BDI e fechar em R$ 3.525.642,20, contra os R$ 3.525.645,12 impressos no documento. A conta que falta é a sua: quanto tempo você levaria digitando 602 linhas, uma a uma, e depois conferindo o total? Esse número quem tem é você, e é a diferença que o sistema devolve em toda obra nova.
| Documento público | Itens | Total que o BALIZA leu | Contra o total impresso | Resultado |
|---|---|---|---|---|
| SCLindóia do Sul, planilha | 40 | R$ 600.514,75 | exato | ✔ Bateu |
| PEOlinda, planilha | 145 | R$ 9.331.698,26 | exato | ✔ Bateu |
| SCCriciúma, PDF | 49 | R$ 793.043,35 | R$ 0,07 | ✔ Bateu |
| PITeresina, PDF | 78 | R$ 7.744.068,13 | R$ 0,89 | ✔ Bateu |
| MGMorada Nova de Minas, planilha | 602 | R$ 3.525.642,20 | R$ 2,92 | ✔ Bateu |
| MGMorada Nova de Minas, PDF revisão 01 | 0 | nada importado | divergiu | ⚠ Recusou e explicou |
Como ler esta tabela, sem maquiagem. São documentos públicos baixados do PNCP, usados como teste: não são clientes nossos. As diferenças de centavos vêm do arredondamento do próprio documento, e a maior delas, R$ 2,92, aparece num orçamento de R$ 3,5 milhões com 602 itens. Medição feita em 17 de agosto de 2026, com o script de conferência que roda junto do sistema, e que você pode ver rodando na demonstração.
O último documento da tabela é um PDF em que as páginas de composição de preço se misturam com a planilha. O BALIZA leu 597 linhas, viu que elas não fechavam com o total impresso e não importou nada. Foi isso que apareceu na tela:
Um sistema que importa errado e fica quieto entrega um orçamento torto com cara de pronto, e quem assina é você. Preferimos entregar a recusa com o motivo escrito.
Orçamento, modelo da planta, licitação e medição costurados no mesmo motor. O que o mercado vende em ferramentas separadas.
No padrão do TCM, com análise de sobrepreço e subpreço.
Do 2D ao 3D a partir da planta comum, sem BIM pronto.
Leitura do edital e preço real do PNCP, colados ao orçamento.
Do boletim de medição ao lucro real da obra.
Para efeito de comparação, a Obra Prima, que é software de gestão de obra, publica planos a partir de R$ 399,20 por mês para 2 obras (preço do site deles, conferido em 14/08/2026). O BALIZA entrega orçamento, licitação e gestão da obra no mesmo produto, e o plano de entrada atende 3 obras.
Não é software genérico. É o método de quem vive orçamento, licitação e canteiro, virado em ferramenta.
BDI pela fórmula do TCU (Acórdão 2622/2013), curva ABC e análise de sobrepreço, do jeito que o TCM cobra.
Roda no seu aparelho, com a sua logomarca. Nada sobe para servidor de terceiro, o seu dado fica com você.
Leitura do pacote do edital, preço do PNCP em lote e simulador de desconto, colados ao orçamento oficial.
Todos os planos trazem o sistema completo, as 42 telas. O que muda é quantas obras ativas você toca ao mesmo tempo, e esse limite vale de verdade dentro do sistema. É uma licença de 12 meses: você escolhe pagar em 12x sem juros ou à vista.
Nome, e-mail, CPF ou CNPJ e uma senha. Leva menos de um minuto e não precisa de cartão para criar.
O Asaas abre a fatura na hora e manda o link também para o seu e-mail, caso você feche a janela.
Assim que o pagamento é confirmado, você entra com o seu e-mail e baixa o arquivo do BALIZA já licenciado no seu nome.
Comece a orçar, licitar e medir no padrão do TCM, e veja o lucro real de cada obra antes de entrar nela.
Primeiro você cria o acesso, depois paga. Não pedimos cartão para criar a conta.
Use o mesmo e-mail e a mesma senha que você criou na hora da compra.